
Copa do Mundo 2026 foi a Copa dos protagonistas? Checamos
A Copa do Mundo de 2026 teve 40,70% dos gols das semifinalistas marcados por seus artilheiros, ficando na sétima colocação histórica e acima da média, mas não foi a Copa dos protagonistas.
A Copa do Mundo de 2026 foi dos protagonistas? O Gato Mestre checou e traz os números.
Durante a Copa do Mundo de 2026, a expressão "É a Copa dos protagonistas" foi usada quando algum craque se destacava. Para medir se isso foi real, o Gato Mestre, área de dados do ge, calculou o percentual de gols do artilheiro de cada seleção semifinalista em relação ao total de sua equipe e tirou a média entre as quatro.
Não foi a Copa dos protagonistas, mas 2026 esteve acima da média.
A edição de 2026 teve 40,70% dos gols das semifinalistas marcados por seus artilheiros. Este índice coloca a Copa na sétima colocação histórica, sendo o maior percentual desde 2010.
- Mbappé marcou 10 dos 20 gols da França = 50%
- Messi fez oito dos 19 gols da Argentina = 42,11%
- Bellingham marcou sete dos 20 gols da Inglaterra = 35%
- Oyarzabal fez cinco dos 14 gols da Espanha = 35,71%
A média entre essas porcentagens é de 40,70%.
Mesmo considerando os dois ou três maiores artilheiros de cada seleção semifinalista, a Copa de 2026 não figura entre as primeiras colocadas. No entanto, esteve acima da média, com 63,22% (10ª maior marca) e 76,93% (11ª maior marca), respectivamente.
Em caso de empate entre artilheiros da mesma seleção, apenas um jogador foi considerado.

A verdadeira Copa dos protagonistas foi em 1994. Naquela edição, Romário, Stoichkov, Roberto Baggio e Kennet Andersson representaram, em média, 50,32% dos gols de suas seleções semifinalistas. Essa Copa, que rendeu o tetra ao Brasil, lideraria em todos os cenários de análise.
Na outra ponta, a edição mais descentralizada foi a de 2006, com 28,57%. Os artilheiros das semifinalistas europeias marcaram apenas dois (Portugal e Itália), três (França) e cinco (Alemanha) gols.
O Gato Mestre é formado pelos jornalistas Arthur Sandes, Davi Barros, Felipe Tavares, Guilherme Maniaudet, Gustavo Figueiredo, Leandro Silva, Lorrayne Vieira (estagiária), Roberto Maleson, Rodrigo Breves e Valmir Storti, pelos cientistas de dados Bruno Benício e Vitor Patalano e pelo programador Gusthavo Macedo.
- Cruzeiro venceResultado final











